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sábado, 1 de janeiro de 2011

Meu Computador está lento e agora????

Muitas pessoas já se depararam com este problema e muitos até mesmo não sabem o que fazer.... aqui vai algumas dicas para ajudar você:



1°  Limpar o PC

Uma maneira simples de aumentar o desempenho do PC é fazer uma limpeza. Para isso à
programas na Internet que o fazem de uma maneira simples. Um desses
programas é o CCleaner que é considerado para muitos um programa que
deve estar sempre presente no PC.




Desfragmar o PC
 
Desfragmentar o pc é muito importante e desconsiderado por muitos.  
É recomendado que se faça uma desfragmentação uma vez por mês no mínimo.
Isto porque à medida que tira ficheiros e os apagas, a leitura dos
mesmos vai diminuído fazendo com que custe mais recursos para os ler
correctamente e ao fazer a desfragmentação ele vai ter uma leitura
muito mais rápida.
Para fazer a desfragmentação podes usar o
programa que já vê com o Windows mas há mais alternativas e por vezes
são mais rápidas, um exemplo disto é o Defraggler que foi criado pelos
mesmos criadores do CCleaner. 
 
 
 
 
Menos objectos na Área de trabalho

Uma maneira de aumentar o desempenho é ter poucos objectos na área de trabalho (ex: atalhos, pastas, etc.).
 



Drives Actualizados

Outra maneira para aumentar o desempenho é ter as drives actualizadas, para
isso podes visitar o site dos fabricantes e sacar de lá as drives mais
recentes. Mas existem na Internet diversos programas que fazem isso
automaticamente, um exemplo disso é o Driver Genius.
 
 
 
 
Diminuir o aspecto visual

As definições visuais consome alguns recursos, principalmente se a tua placa gráfica não é muito boa.
Desactivando as opções deixará o PC mais rápido, independente da configuração (claro
que isso pode ser mais ou menos notável dependendo do PC).

Para fazer as alterações, vá ao Painel de Controle > Sistema >
Avançado > Desempenho > Definições. Em Efeitos visuais, desactiva
os efeitos indesejados (se preferir desactivar todos, basta seleccionar
“Ajustar para o melhor desempenho”)
 
 
 
 
Dividir o disco rígido em partições

Uma dica recomendada por muitos é a divisão de um disco rígido em duas
partições, assim um fica para os documentos e outro para o sistema, ou
seja se tiveres um problema em que tenhas de formatar o PC basta
formatares a partição do sistema e assim continuas com os documentos e
é uma forma de aumentar o desempenho.
 
 
Há casos em que a lentidão no pc está relacionada com o Hardware o pente de memória e o processador por exemplo, se nenhuma dessas dicas ajudaram no seu caso procure um proficional na área para estar te ajudando.... e sempre use um bom antivírus e sempre atualize-o. Se você mora em Jacareí ou Região nos procure por meio do nosso e-mail para que possamos auxilia-lo.
Até + 

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Conhecendo os novos processadores da Intel

CORE i3







O Intel Core i3 é a linha de CPUs voltada aos menos exigentes. Por pertencer à nova linha Core, o i3 traz dois núcleos de processamento, tecnologia Intel Hyper-Threading (que possibilita a realização de mais tarefas), memória cache de 4 MB compartilhada (nível L3), suporte para memória RAM DDR3 de até 1333 MHz e muito mais.
Os CPUs da linha Core i3 parecem fracos, contudo eles vieram para substituir a antiga linha Core2Duo. Qualquer Core i3 vem equipado com um controlador de memória DDR interno (o que já ocorre há muito tempo nos processadores da AMD), um controlador de vídeo integrado — Intel HD Graphics que opera na frequência de 733 MHz — e o suporte para utilização de duplo canal para memória RAM (o que significa que as memórias trabalham aos pares).
Este processador de dois núcleos mostra-se uma excelente opção para qualquer tipo de atividade. Obviamente ele não é o mais rápido no que faz, mas vai ser muito difícil você encontrar um programa ou jogo que não seja executado com um Intel Core i3.



CORE i5

 
 Enquanto o i3 fica responsável por atender aos usuários menos exigentes, o Intel Core i5 é encarregado de suprir as necessidades do mercado de porte intermediário, ou seja, aqueles mais exigentes que realizam tarefas mais pesadas. Disponível em modelos de dois ou quatro núcleos, os CPUs da linha i5 possuem até 8 MB de memória cache (nível L3) compartilhada, também utilizam o soquete LGA1156, controlador de memória DDR integrado, tecnologia Intel Hyper-Threading, tecnologia Turbo Boost e muito mais.
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 Tecnologia Turbo Boost:
A tecnologia Turbo Boost da Intel promete aumentar a velocidade do processador automaticamente. Segundo o site da Intel, esta tecnologia é inteligente e trabalha 100% do tempo verificando frequência, voltagem e temperatura do processador. Ao notar uma baixa em um dos valores-padrão utilizados pelo CPU, este novo recurso aumenta a frequência e consegue um desempenho muito maior em qualquer aplicação.




CORE i7



A última palavra em tecnologia de processamento é o i7. A linha de processadores voltada ao público entusiasta e profissional traz muitos benefícios e especificações de cair o queixo. Todos os CPUs da série Core i7 possuem quatro núcleos (o i7-980X possui seis núcleos), memória cache L3 de 8 MB, controlador de memória integrado, tecnologia Intel Turbo Boost, tecnologia Intel Hyper-Threading, tecnologia Intel HD Boost e ainda o recurso Intel QPI.

Tecnologia HD Bosst:
Com o avanço constante dos processadores, os softwares foram forçados a evoluir. Existem softwares que trabalham com conjuntos de instruções específicas, as quais precisam estar presentes nos processadores para que o programa seja executado com a máxima performance. Os conjuntos de instruções principais são denominados como SSE, sendo que existem programas que utilizam instruções diferentes.
A linha de processadores Intel Core i7 trabalha com a tecnologia Intel HD Boost, a qual é responsável pela compatibilidade entre CPU e programas que usam os conjuntos de instruções SSE4. Tal característica possibilita um maior desempenho em aplicativos mais robustos que necessitam de um poder de processamento de alto nível.


domingo, 21 de novembro de 2010

Aprenda a limpar seu computador


 Pode não parecer, mas os computadores  são um dos objetos que mais acumulam sujeira, para tentar diminuir a sujeira que fica no seu PC temos aqui algumas dicas bem legais.
Nunca coma na frente do computador, resíduos de comida podem cair nos teclados, e com isso atrair formigas e outros insetos, não coloque a mão engordurada no computador isso também junta bactérias. Agora vamos colocar a mão na massa!

Para o gabinete, você deve ter uma flanela em mãos. Esta deve estar seca ou no máximo levemente umedecida, pois se escorrer líquidos no interior do seu micro e esses líquidos, eventualmente, entrarem em contato com os circuitos, podem causar danos irreversíveis em todo o sistema. Nunca utilizar produtos com alvejantes, pois isso pode danificar os componentes plásticos de seu aparelho, como exemplo as placas (placa-mãe, placa de vídeo, etc.).
Na parte interna do mouse, pode ser utilizado um cotonete, também levemente umedecido.
No teclado, o recomendado é utilizar um mini aspirador, porque é justamente nas frestas desse periférico que a sujeira fica acumulada. Um dos erros mais freqüentes das pessoas que limpam tal componente, é a utilização de ar comprimido, para “empurrar” a sujeira para fora das frestas. Mas isso só faz com que a sujeira entre dentro dos conectores, prejudicando seu funcionamento.
Um dos itens que deve se ter o maior cuidado, é com os monitores de LCD, pois é um aparelho muito sensível. Recomenda-se o uso de produtos específicos para a limpeza de tal componente, ou uma flanela umedecida com água. Na hora, você deve ter cuidado para não pressionar com força a tela, caso contrário, o monitor pode quebrar, não se esquecendo de desliga-lo antes do processo de limpeza.

OBS:  A limpeza interna do gabinete é tão importante quanto, o constante acumulo de poeira e particulados dentro do gabinete, coisa que a maioria das vezes muitas pessoas nao levam em consideração e assim podem causar diversos problemas de hardware, super aquecimento das placas em geral e perda de desempenho mas se você não tem um conhecimento tecnico para estar efetuando a limpeza contate-nos e faremos isso por você  mantendo seu pc sempre novo!

ALFABELL MANUTENÇÃO DE COMPUTADORES 

Rede wireless

 Wireless - Sistema de acesso sem fio. Termo que designa sistemas de telecomunicações em que os sinais são transmitidos por ondas eletromagnéticas, dispensando o uso de fios.

Uma rede sem fio ou wireless  refere-se a uma rede de computadores sem a necessidade do uso de cabos – sejam eles telefônicos, coaxiais ou ópticos – por meio de equipamentos que usam radiofrequência (comunicação via ondas de rádio) ou comunicação via infravermelho. Sua classificação é baseada na área de abrangência: redes pessoais ou curta distância (WPAN), redes locais (WLAN), redes metropolitanas (WMAN) e redes geograficamente distribuídas ou de longa distância (WWAN).


Classificação:


WPAN

Wireless Personal Area Network ou rede pessoal sem fio. Normalmente utilizada para interligar dispositivos eletrônicos fisicamente próximos, os quais não se quer que sejam detectados a distância. Este tipo de rede é ideal para eliminar os cabos usualmente utilizados para interligar teclados, impressoras, telefones móveis, agendas eletrônicas, computadores de mão, câmeras fotográficas digitais, mouses e outros.
Nos equipamentos mais recentes é utilizado o padrão Bluetooth para estabelecer esta comunicação, mas também é empregado raio infravermelho (semelhante ao utilizado nos controles remotos de televisores).

WLAN

Wireless LAN ou WLAN (Wireless Local Area Network) é uma rede local que usa ondas de rádio para fazer uma conexão Internet ou entre uma rede, ao contrário da rede fixa ADSL ou conexão-TV, que geralmente usa cabos.


WMAN


Os MAN (Metropolitan Area Network, redes metropolitanas) interligam vários LAN geograficamente próximos (no máximo, a algumas dezenas de quilómetros) com débitos importantes. Assim, um MAN permite a dois nós distantes comunicar como se fizessem parte de uma mesma rede local.
Um MAN é formado por computadores ou switchs interligados por relações de elevado débito (em geral, em fibra óptica).


WiMAX

 O termo WiMAX foi criado por um grupo de indústrias conhecido como WiMAX Forum cujo objetivo é promover a compatibilidade e inter-operabilidade entre equipamentos baseados no padrão IEEE 802.16. Este padrão é similar ao padrão Wi-Fi (IEEE 802.11), que já é bastante difundido, porém agrega conhecimentos e recursos mais recentes, visando a um melhor desempenho de comunicação.
O padrão WiMAX tem como objetivo estabelecer a parte final da infra-estrutura de conexão de banda larga (last mile) oferecendo conectividade para uso doméstico, empresarial e em hotspots.


Uma rede sem fio usa ondas de rádio, da mesma forma que os telefones celulares, televisões e rádio. Na verdade, a comunicação ao longo da rede sem fio é muito parecida com a comunicação de rádio emissor-receptor. Aqui está o que acontece:
  1. o adaptador sem fio para computador traduz os dados na forma de um sinal de rádio e os transmite usando uma antena.
  2. o roteador sem fio recebe o sinal e o decodifica. Ele envia a informação para a Internet usando uma conexão física Ethernet com fios.
O processo também funciona ao contrário, com o roteador recebendo informação da Internet, traduzindo-a na forma de sinal de rádio e enviando-a para o adaptador sem fio do computador.



Padrão wi-fi

802.11a

Chega a alcançar velocidades de 54 Mbps dentro dos padrões da IEEE e de 72 a 108 Mbps por fabricantes não padronizados. Esta rede opera na frequência de 5 GHz e inicialmente suporta 64 utilizadores por Ponto de Acesso (PA). As suas principais vantagens são a velocidade, a gratuidade da frequência que é usada e a ausência de interferências. A maior desvantagem é a incompatibidade com os padrões no que diz respeito a Access Points 802.11 b e g, quanto a clientes, o padrão 802.11a é compatível tanto com 802.11b e 802.11g na maioria dos casos, já se tornando padrão na fabricação dos equipamentos.

802.11b

Alcança uma velocidade de 11 Mbps padronizada pelo IEEE e uma velocidade de 22 Mbps, oferecida por alguns fabricantes não padronizados. Opera na frequência de 2.4 GHz. Inicialmente suporta 32 utilizadores por ponto de acesso. Um ponto negativo neste padrão é a alta interferência tanto na transmissão como na recepção de sinais, porque funcionam a 2,4 GHz equivalentes aos telefones móveis, fornos micro ondas e dispositivos Bluetooth. O aspecto positivo é o baixo preço dos seus dispositivos, a largura de banda gratuita bem como a disponibilidade gratuita em todo mundo. O 802.11b é amplamente utilizado por provedores de internet sem fio.

802.11d

Habilita o hardware de 802.11 a operar em vários países onde ele não pode operar hoje por problemas de compatibilidade, por exemplo, o IEEE 802.11a não opera na Europa. g

802.11e

O 802.11e agrega qualidade de serviço (QoS) às redes IEEE 802.11. Neste mesmo ano - 2005 - foram lançados comercialmente os primeiros pontos de acesso trazendo pré-implementações da especificação IEEE 802.11e. Em suma, 802.11e permite a transmissão de diferentes classes de tráfego, além de trazer o recurso de Transmission Oportunity (TXOP), que permite a transmissão em rajadas, otimizando a utilização da rede.

802.11f

Recomenda prática de equipamentos de WLAN para os fabricantes de tal forma que os Access Points (APs) possam interoperar. Define o protocolo IAPP (Inter-Access-Point Protocol).

802.11g

Baseia-se na compatibilidade com os dispositivos 802.11b e oferece uma velocidade de 54 Mbps. Funciona dentro da frequência de 2,4 GHz. Tem os mesmos inconvenientes do padrão 802.11b (incompatibilidades com dispositivos de diferentes fabricantes). As vantagens também são as velocidades. Usa autenticação WEP estática já aceitando outros tipos de autenticação como WPA (Wireless Protect Access) com criptografia dinâmica (método de criptografia TKIP e AES). Torna-se por vezes difícil de configurar, como Home Gateway devido à sua frequência de rádio e outros sinais que podem interferir na transmissão da rede sem fio.

802.11h

Versão do protocolo 802.11a (Wi-Fi) que vai ao encontro com algumas regulamentações para a utilização de banda de 5 GHz na Europa. O padrão 11h conta com dois mecanismos que optimizam a transmissão via rádio: a tecnologia TPC permite que o rádio ajuste a potência do sinal de acordo com a distância do receptor; e a tecnologia DFS, que permite a escolha automática de canal, minimizando a interferência em outros sistemas operando na mesma banda.

802.11i

Criado para aperfeiçoar as funções de segurança do protocolo 802.11 seus estudos visam avaliar, principalmente, os seguintes protocolos de segurança:
  • Wired Equivalent Protocol (WEP)
  • Temporal Key Integrity Protocol (TKIP)
  • Advanced Encryption Standard (AES)
  • IEEE 802.1x para autenticação e segurança
O grupo de trabalho 802.11i vem trabalhando na integração do AES com a sub camada MAC, uma vez que o padrão até então utilizado pelo WEP e WPA, o RC4, não é robusto o suficiente para garantir a segurança das informações que circulam pelas redes de comunicação sem fio.
O principal benefício do projeto do padrão 802.11i é sua extensibilidade permitida, porque se uma falha é descoberta numa técnica de criptografia usada, o padrão permite facilmente a adição de uma nova técnica sem a substituição do hardware.

802.11j

Diz respeito as bandas que operam as faixas 4.9 GHz e 5 GHz, disponíveis no Japão.

802.11k

Possibilita um meio de acesso para Access Points (APs) transmitir dados de gerenciamento.
O IEEE 802.11k é o principal padrão da indústria que está agora em desenvolvimento e permitirá transições transparentes do Conjunto Básico de Serviços (BSS) no ambiente WLAN. Esta norma fornece informações para a escolha do melhor ponto de acesso disponível que garanta o QoS necessário.

] 802.11n

O IEEE aprovou oficialmente a versão final do padrão para redes sem fio 802.11n. Vários produtos 802.11n foram lançados no mercado antes de o padrão IEEE 802.11n ser oficialmente lançado, e estes foram projetados com base em um rascunho (draft) deste padrão. Há a possibilidade de equipamentos IEEE 802.11n que chegaram ao mercado antes do lançamento do padrão oficial serem incompatíveis com a sua versão final. Basicamente todos os equipamentos projetados com base no rascunho 2.0 serão compatíveis com a versão final do padrão 802.11n. Além disso, os equipamentos 802.11n possivelmente precisarão de um upgrade de firmware para serem 100% compatíveis com o novo padrão. As principais especificações técnicas do padrão 802.11n incluem: - Taxas de transferências disponíveis: de 65 Mbps a 600 Mbps. - Método de transmissão: MIMO-OFDM - Faixa de freqüência: 2,4 GHz e/ou 5 GHz

802.11p

Utilizado para implementação veicular á nitro.

802.11r

Padroniza o hand-off rápido quando um cliente wireless se reassocia quando estiver se locomovendo de um ponto de acesso para outro na mesma rede.

802.11s

Padroniza "self-healing/self-configuring" nas Redes Mesh (malha)

802.11t

Normas que provém métodos de testes e métricas.

 802.11u

Interoperabilidade com outras redes móveis/celular.

802.11v

Permitir a configuração de dispositivos clientes conectados a redes 802.11. O padrão pode incluir paradigmas de gerência similares aos utilizados em redes celulares.

802.11x

Não usado devido a confusão com o 802.1x
desliga o sistema

802.11w

Aumentar a segurança da transmissão dos pacotes de camada física.

802.11z

Habilitar o equipamento Wi-fi para operar com a frequência entre 3650 a 3700 MHz somente nos Estados Unidos.


Padrões mais usados

IEEE 802.11a: Padrão Wi-Fi para frequência 5 GHz com capacidade teórica de 54 Mbps.
IEEE 802.11b: Padrão Wi-Fi para frequência 2,4 GHz com capacidade teórica de 11 Mbps. Este padrão utiliza DSSS (Direct Sequency Spread Spectrum – Sequência Direta de Espalhamento de Espectro) para diminuição de interferência.
IEEE 802.11g: Padrão Wi-Fi para frequência 2,4 GHz com capacidade teórica de 54 Mbps.

A família 802.11 inclui técnicas de modulação no ar que usam o mesmo protocolo básico. Os mais populares são os definidos pelos protocolos 802.11b e 802.11g e são emendas ao padrão original. O 802.11-1997 foi o primeiro padrão de rede sem fio, mas o 802.11b foi o primeiro largamente aceitado, seguido do 802.11g e 802.11n. A segurança foi, no início, propositalmente fraca devido a requisitos de exportação de alguns governos, e mais tarde foi melhorada através da emenda 802.11i após mudanças governamentais e legislativas. O 802.11n é uma nova tecnologia multi-streaming de modulação que está ainda em desenvolvimento, mas produtos baseados em versões proprietárias do pré-rascunho já são vendidas. Outros padrões na família (c-f, h, j) são emendas de serviço e extensões ou correções às especificações anteriores.
802.11b e 802.11g usam a banda 24.4GHz ISM, operando nos Estados Unidos sobre a Part 15 do US Federal Communications Commission Rules and Regulations. Por causa desta escolha de frequência de banda, equipamentos 802.11b e g podem, ocasionalmente, sofrer interferências de fornos microondas e telefones sem fio. Dispositivos Bluetooth, enquanto operando na mesma banda, em teoria não interferem no 802.11b/g por que usam um método chamado frequency hopping spread spectrum signaling (FHSS) enquanto o 802.11b/g usa um método chamado direct sequence spread spectrum signaling (DSSS). O 802.11a usa a banda 5GHz U-NII, que oferece 8 canais não sobrepostos ao invés dos 3 oferecidos na frequência de banda 2.4GHz ISM.
O seguimento do espectro da frequência de rádio utilizado varia entre os países. Nos EUA, dispositivos 802.11a e 802.11g podem operar sem licença, como explicado na Parte 15 do FCC Rules and Regulations. Frequências usadas por canais um a seis (802.11b) caem na banda de rádio amador de 2.4GHz. Operadores licenciados de rádio amador podem operar dispositivos 802.11b/g sob a Parte 97 do FCC Rules and Regulatins, permitindo uma saída maior de energia mas não conteúdo comercial ou encriptação.

IEEE 802.11n: Padrão Wi-Fi para frequência 2,4 GHz e/ou 5 GHz com capacidade de 65 à 600 Mbps. Esse padrão utiliza como método de transmissão MIMO-OFDM.



Segurança


A segurança é uma preocupação máxima entre os interessados em implementar redes wireless. Felizmente, o conhecimento dos usuários sobre segurança e soluções oferecidas por fornecedores de tecnologia está melhorando. As redes wireless de hoje fornecem recursos de segurança abrangentes e quando essas redes são devidamente protegidas, as empresas podem, com confiança, aproveitar os benefícios oferecidos.

Soluções de segurança wireless

Três soluções também estão disponíveis para criptografia e autenticação LAN wireless seguras: Wi-Fi Protected Access (WPA), Wi-Fi Protected Access 2 (WPA2) e rede privada virtual (VPN). A solução escolhida deve ser específica para o tipo de LAN wireless que você está acessando e para o nível de criptografia de dados exigido:
  • WPA e WPA2: São certificações de segurança baseadas no padrão da Wi-Fi Alliance para LANs wireless em grandes empresas, empresas de pequeno e médio porte e pequenas filiais ou escritórios em casa que fornecem autenticação mútua para verificação de usuários individuais e criptografia avançada. A WPA fornece criptografia para empresas e a WPA2, a próxima geração de segurança Wi-Fi, oferece criptografia para órgãos do governo. "Recomendamos WPA ou WPA2 para implementações de LAN wireless tanto em grandes empresas como em pequenas e médias empresas", conta Jeremy Stieglitz, gerente de produtos na Unidade de Negócios de Rede wireless na Cisco. "WPA e WPA2 oferecem controle de acesso seguro, criptografia de dados sólida e protegem a rede de ataques passivos e ativos".
  • VPN: A VPN proporciona uma segurança efetiva aos usuários com acesso wireless à rede, de fora do escritório ou em viagens. Com a VPN, os usuários criam um "túnel" seguro entre dois ou mais pontos de uma rede usando criptografia, mesmo que os dados criptografados sejam transmitidos através de redes não-seguras, como a Internet pública. Os funcionários que estiverem trabalhando em casa, seja por conexões discadas ou banda larga, também podem usar a VPN. 
  • Proteger dados enquanto estão sendo transmitidos através de criptografia: Simplificando, a criptografia é um código secreto: ele traduz seus dados em informações incompreensíveis que apenas o destinatário entende. A criptografia exige que tanto o remetente quanto o destinatário tenham uma chave para decodificar os dados transmitidos. A criptografia mais segura usa chaves ou algoritmos bastante complicados que mudam regularmente para proteger os dados.  

    Aparelhos wireless 



    Roteador



     

    • Pequeno ponto esquerdo reseta o roteador
    • Primeira porta é chamada de WAN
    • As quatro portas são chamadas de LAN
    • A pequena entrada á direita próxima a antena é onde conecta a fonte do roteador


    Access Point 







    O Access Point é bem parecido com o roteador, a diferença é apenas na função de cada aparelho


    .

    Placas wireless







    A placa recebe o sinal do roteador ou Access Point.


     Adaptadores USB





    Os adaptadores wireless USB são mais práticos,podendo tirar e colocar quando você quiser, sem ter que abrir o computador e tem a mesma função que a placa, recebe o sinal.


    Bom é isso aí, em caso de dúvida é só deixar um recado!!! Espero ter ajudado. =D